Comunique gastroenterologia com vídeos personalizados. Refluxo, SII, DII, endoscopia e saúde digestiva
Gastroenterologia é especialidade médica dedicada ao estudo, prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças do aparelho digestivo: esôfago, estômago, intestino delgado, colón, fígado, vesícula biliar, vias biliares e pâncreas. Doenças digestivas são extremamente prevalentes — 40% população mundial tem dispepsia, 10-15% síndrome intestino irritável (SII). Doença inflamatória intestinal (DII) afeta 0,3%, doença celíaca 1%. Câncer colorretal é 3º mais comum. Gastroenterologistas realizam procedimentos endoscópicos (endoscopia digestiva alta, colonoscopia, retossigmoidoscopia, EUS, ERCP) para diagnóstico e tratamento.
Gastroenterologistas que usam vídeos aumentam consultas agendadas em 85% e adesão à dieta em 77%. Pacientes que veem explicações sobre preparo endoscópico, importância do exame, e manejo das doenças, compreendem melhor tratamentos.
Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é condição crônica onde conteúdo gástrico reflui para esôfago, causando sintomas (pirose — queimação, regurgitação) e lesões (esofagite, Barrett). Afeta 20% população ocidental. Fisiopatologia: relaxamento esfíncter esofágico inferior (REEE), hérnia de hiato, esvaziamento gástrico retardado. Complicações: esofagite erosiva, estenose péptica, Barrett (metaplasia intestinal — risco adenocarcinoma), adenocarcinoma esofágico. Tratamento: modificação estilo de vida (perda peso, elevação cabeceira, evitar gordura, cafeína, álcool, refeições tardias), anti-secretores (IBP — omeprazol, pantoprazol, esomeprazol; H2 — ranitidina descontinuada), procinéticos, fundoplicatura cirúrgica (refratário).
Perda peso (se sobrepeso/obesidade), elevação cabeceira cama 15-20cm, evitar refeições 3h antes deitar, dieta baixa gordura, reduzir café, chocolate, menta, álcool, não fumar, roupas folgadas (evitar compressão abdominal). Primeira linha leve, associada medicamentos moderada-severa.
Síndrome do intestino irritável (SII) é transtorno funcional digestivo caracterizado por dor abdominal crônica relacionada a hábitos intestinais, com alteração evacuatória (diarreia — SII-D, constipação — SII-C, misto — SII-M), sem lesão orgânica identificável. Afeta 10-15% população mundial, mais comum mulheres jovens. Fisiopatologia: motilidade alterada, hipersensibilidade visceral, disbiose intestinal, eixo intestino-cérebro (estresse, ansiedade, depressão), permeabilidade intestinal aumentada. Diagnóstico critérios Roma IV: dor abdominal ≥1 dia/semana últimos 3 meses, relacionada defecação, associada alteração frequência/forma fezes. Alarmes (exclusão): sangue, perda peso, anemia, febre, início após 50 anos, história familiar câncer/IBD.
| Abordagem | Estratégia |
|---|---|
| Dieta | Dieta FODMAP baixa (fermentáveis), evitar gordura, cafeína, álcool, refeições regulares |
| Fibras | SII-C: fibras solúveis (psyllium), insolúveis pioram; SII-D: limitar fibras |
| Probióticos | Bifidobacterium infantis 35624, Saccharomyces boulardii — evidência variável |
| Antiespasmódicos | Mebeverina, hioscina, peparmint oil — alívio dor imediato |
| SII-D severa | Rifaximina (antibiótico não absorvível), alosetron (5-HT3 antagonista — restrito) |
| SII-C severa | Lubiprostone (ClC-2 ativador), linaclotide (guanilato ciclase C agonista), plecanatide |
| Eixo intestino-cérebro | TCA baixa dose (amitriptilina, nortriptilina), psicoterapia (CBT, hipnose) |
Doença inflamatória intestinal (DII) é grupo doenças crônicas inflamatórias intestino — doença de Crohn (DC) e retocolite ulcerativa (RCU). Afetam 0,3% população (crescente incidência países emergentes). Fisiopatologia: resposta imune disregulada mucosa intestinal em indivíduos geneticamente susceptíveis (NOD2/CARD15 em DC), desencadeada por fatores ambientais (tabagismo — DC, apendicectomia — proteção RCU). CROHN: transmural, qualquer segmento GI (ileíte, colite, ileocolite), fistulas, fissuras, abscessos, doença perianal, estrituras. RETOCOLITE: mucosa/suba mucosa cólon, contínua distal, pseudopólipos, câncer colo associado colite (CAC — screening colonoscopia anual após 8 anos extensão).
Endoscopia digestiva permite visualização direta, diagnóstico histopatológico, e tratamento de doenças GI. ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA (EDA): esôfago, estômago, duodeno. Indicações: dispepsia alarmes, refluxo refratário, hemorragia digestiva alta, anemia ferropriva, massas, varizes. COLONOSCOPIA: mucosa colo todo, íleo terminal. Rastreamento câncer colorretal (CRC — incidência 50-75 anos, familiar/genético antes), pólipos, hemorragia, alterações hábitos intestinais. Preparo: jejum 8h (EDA), dieta líquida + lavagem intestinal (polietilenoglicol — colonoscopia). Sedação consciente (midazolam, fentanil, propofol). Procedimentos terapêuticos: ligadura varizes, clipagem sangramento, mucosectomia, EMR (reseção mucosa endoscópica), ESD (dissecção submucosa endoscópica), dilatação estenoses, colocação stent.
Hepatologia (subespecialidade) cuida doenças fígado, vias biliares, pâncreas. Hepatites virais (A, B, C, D, E) — B e C cronicidade, cirrose, carcinoma hepatocelular (CHC). Tratamento: B — tenofovir/entecavir (supressão), C — DAA (sofosbuvir/velpatasvir — cura 95% 12 semanas). Esteato-hepatite não alcoólica (ASHN/MASLD) — epidemia silenciosa, associação síndrome metabólica. Doença alcoólica fígado (DAFLD). Cirrose descompensada (ascite, varizes sangramento, encefalopatia, icterícia) — prognóstico reservado (MELD/Child-Pugh). Pâncreas: pancreatite aguda (cálculos, álcool, triglicerides), crônica (diabetes, má digestão), carcinoma pancreático (prognóstico sombrio — Whipple, quimioterapia adjuvante).
Use vídeos personalizados em gastroenterologia e aumente consultas agendadas em 85% enquanto multiplica adesão à dieta em 77%.